domingo, 16 de maio de 2010

O programa Bolsa Família é extremamente benéfico, tanto no aspecto social como econômico, pois, além de combater a pobreza, ele funciona como uma política econômica anticíclica, antiressessiva e indutora do desenvolvimento.

Em primeiro lugar, devemos entender que o ciclo da pobreza dificilmente é rompido por si só, dado o caráter debilitante da miséria e da fome. Miseráveis no presente o são, porque, muito provavelmente, seus pais o foram. Crianças mal nutridas e sem acesso a educação fatalmente se tornarão adultos sem perspectivas ou capacitação para conquistar senão subempregos. Garantir que tais famílias possuam as condições mínimas para sair da condição degradante da miséria é, desta forma, fundamental para se romper o ciclo da pobreza. É isso o que faz o Bolsa Família, ele tira pessoas da miséria e evita que as futuras gerações do País continuem no ciclo da pobreza.

No aspecto econômico, a explicação é simples: a propensão ao consumo (em relação à renda) de famílias mais pobres é muito maior que a das famílias de alta renda. Dessa forma, ao se distribuir renda, garante-se, ao mesmo tempo, um aumento na demanda agregada, fato que gerará mais ivestimentos, produção e empregos. Portanto, além de reduzir a pobreza, o Bolsa Família induz a economia a gerar novos empregos, o que contradiz aqueles que o chamam de assistencialista ou oportunista.

É lamentável que pessoas esclarecidas, normalmente conservadores cidadãos da elite brasileira, insistam, perversamente, em demonizar um programa que tem gerado tantos benefícios ao Brasil, fato internacionalmente reconhecido. Tais cidadãos demonstram, além de completo desconhecimento sobre o assunto, um gigantesco desprezo pelo próximo e, afinal, por seu próprio País.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Congresso Internacional sobre Participação em Rosário, Argentina

Congresso Internacional Aprofundando a democracia como forma de vida. Desafios da democracia participativa e aprendizado cidadão no século XXI.
Ocorrerá de 13 a 16 de maio, em Rosário, Argentina. Está sendo organizado pela Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales, Universidad Nacional de Rosario.
Os organizadores destacam os objetivos do evento:

Em tempos de grandes transformações globais, convidamos todos a compartilhar experiências e reflexão critica que abram caminhos para responder as seguintes perguntas: considerando que nos últimos dois séculos lutamos para institucionalizar direitos civis, políticos e sociais, faremos do século XXI o século do aprofundamento e da proliferação da democracia como forma de vida? Como podemos fazê-lo?

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Criminalização dos movimentos sociais


Trabalhadores Rurais, vinculados ao MST, dos municípios de Iaras e Borebi foram presos na manhã do dia 2 de fevereiro pela Polícia Civil. Eles estão sendo acusados de liderarem a ocupação da Fazenda Santo Henrique, de propriedade do Governo Federal, e usada ilegalmente pela Multinacional CUTRALE. A forma como a prisão foi efetuada demonstrou claramente que a polícia agiu de forma a acirrar ainda mais o conflito social. A criminalização dos trabalhadores e a apreensão de equipamentos, objetos de uso pessoal, ferramentas de trabalho, e produtos agrícolas como defensivos, fertilizantes, calcário, óleo diesel e outros, dão mostras de arbitrariedade e pré-julgamento. Tais objetos são de uso regular e cotidiano de quaisquer agricultores, além do mais, não há comprovação por parte da Polícia de que esses bens sejam de propriedade da empresa denunciante.

by Alexvander F Martins

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Será a Censura Necessária?

Confesso que há mais de uma década não perco meu tempo com novelas as quais, na minha opinião, podem até mostrar – nada mais nada menos – do que nossa triste e cruel realidade, contudo o que mais elas fazem é, de certa forma, aculturar uma sociedade e transmitir coisas que as crianças não tem estrutura para assimilar.

Recordo-me que quando era criança a novela Bem Amado passava após as 22 horas, pois continha conteúdos impróprios para esta faixa etária. Naquela época não precisaria desta preocupação, pois as crianças iam cedo pra cama!

Hoje, as histórias se repetem nas novelas de todos os horários, da tarde até o final de noite. E o centro do enredo tem dois focos: dinheiro e sexo.

O cara tem que se dar bem na vida a qualquer custo, nem que tenha que passar a perna nas pessoas, na família, no chefe; nem que tenha que ser mentiroso, enganador, desonesto, antiético… Não importa! O que importa é subir na vida! É ter sucesso! É ter muito dinheiro! Nos folhetins, dinheiro é sinônimo de felicidade… Doce ilusão! Se fosse não teria tanta gente com os bolsos cheios tomando remédito tarja preta, sentada no divã de terapeutas ou mesmo estourando os miolos no desespero, na covardia ou na doentia de um suicida.

Já nas questões ligadas ao sexo, neste século parace não haver mais idade e muito menos fidelidade! Agora, fazer sexo com 13, 14, 15 ou 16 anos é a coisa mais natural do mundo e se alguns decidem não faze-lo, ainda são taxados de “caretas” pela turma e com a “pressão” deixam seus princípios e valores de lado e caem na onda e, na grande maioria das vezes, acabam se machucando profudamente, deixando cicatrizes em seus corações para o resto de suas vidas. Ora, meninos e meninas desta idade são crianças, ou não? As Leis acham que sim! Tanto é verdade que a maioridade só é atingida com 18 anos. Se alguém “maior de idade” namorar alguém desta tenra idade vão chama-lo de pedófilo!

Além disto, o marido trair a esposa e a esposa trair o marido é coisa “natural” também. Parece que as pessoas se esquecem da aliança que fizeram para com seu conjuge, declarada em alta voz e na presença de Deus e dos convidados do seu casamento: “Até que a morte nos separe!”

Isto é que as novelas passam! Para nós adultos, com a personalidade formada, sabendo discernir o bem e o mal, não tem problema algum! Poucos de nós, adultos, serão influenciados por aquilo que é transmitido nas novelas. Mas, sem sombra de dúvida, as crianças e os jovenzinhos poderão ser impactados negativamente, poderão ser moldados de acordo com o que é passado como sendo “normal”.

E é esta mesma fórmula de sucesso aplicada no Big Brother Brasil (Aliás, a tradução literal do nome do programa é “Grande Irmão”… Será que um irmão de verdade, um irmão de sangue ou um imão de plena amizade faria com seus amigos o que é feito no BBB para a conquista dos milhões de reais? )

Note que o foco do BBB também é o dinheiro e o sexo, se transformando na maior novela do Brasil com menor investimento, menor trabalho, menor tempo no ar, menor salário pago aos “artitas” confinados e com um resultado fantástico: maior lucro e rentabilidade. Por outro lado, pela busca do prêmio milionário e da fama passageira, os embates apimentados com falta de integridade são muito mais intensos do que nas próprias novelas.

Agora, na 10ª edição, que está sendo batizada de “BBB da Diversidade”, a coisa já começou pegando fogo! Ontem, o Brasil assistiu o primeiro “selinho” gay da história do BBB e creio que também das novelas tupiniquins.

Apesar de achar que Deus criou o homem para a mulher e a mulher para o homem, não tenho nada contra a opção sexual de cada um. Não tenho nenhum tipo de preconceito, tenho, inclusive, em meu círculo de convivência amigos e amigas homosexuais. Contudo, esta falta de preconceito, não pode me impedir de, no futuro, quando meus filhos forem adultos, me entristecer se eles optarem em formar uma família com alguém do mesmo sexo, não podendo gerar filhos de sua própria semente ou do seu próprio ventre, algo que para mim, é a maior felicidade que um homem e uma mulher podem ter, por que os filhos são herança de Deus!

Sei que o assunto é muito polêmico, porém, na realidade, a grande questão não pode ser a polêmica em si – pois sempre terão um grupo de pessoas pensando de um modo e o outro grupo pensando diferente - mas sim, aquilo que está sendo transmitido aos nossos pequeninos!

As crianças e jovens tem que ser nossa preocupação prioritária e esta responsabilidade são dos adultos e ponto final!

sábado, 16 de janeiro de 2010

Gastos de nossos nobres Senadores

Somente a despesa dos dez parlamentares que mais gastaram com combustível nos últimos nove meses de 2009 daria para bancar 291 viagens de carro, com a gasolina a R$ 2,80, entre as duas capitais mais distantes do país, Porto Alegre (RS) e Boa Vista (RR), separadas por 5.348 km, segundo reportagem do site Congresso em Foco. Esses dez senadores consumiram R$ 436.633,62 da chamada verba indenizatória para ressarcir despesas que tiveram com combustíveis e lubrificantes somente entre os meses de abril e dezembro. O valor é suficiente para comprar 155.904 litros de gasolina, o que dá para encher o tanque de 31.188 automóveis.

A verba é suficiente para percorrer 343 vezes a rodovia mais extensa do Brasil, a BR-101, com seus 4.551 km, que ligam o Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. Daria também para inspecionar as condições de toda a malha rodoviária asfaltada do território nacional nove vezes. Para gastar toda a quantia de combustível, os dez senadores teriam que rodar 1,5 milhão de km. Daria para percorrer 115 vezes o diâmetro da Terra, que é de 13 mil km.

Ranking
Os dados fazem parte de levantamento do Congresso em Foco, com base em informações do Portal da Transparência, do Senado. Foi apenas a partir de abril que a Casa passou a detalhar o uso da verba, com a identificação dos prestadores de serviço e das respectivas notas fiscais.

Os senadores do DEM de Mato Grosso Jayme Campos e Gilberto Goellner foram os que mais gastaram com combustível no período pesquisado. O primeiro consumiu R$ 66,72 mil nos cinco meses em que exerceu o mandato em 2009. Ele está licenciado desde setembro para tratar de assuntos particulares. O segundo recebeu R$ 65,22 mil do Senado nos últimos nove meses do ano para cobrir as despesas com combustível, óleo e lubrificante.

Na sequência, aparecem dois tucanos: Marconi Perillo (GO), que gastou R$ 44,23 mil, e Cícero Lucena (PB), que consumiu R$ 42,84 mil. O petista Augusto Botelho (RR) é o quinto colocado, com R$ 38,75 mil. Dois peemedebistas surgem depois: Almeida Lima (SE), com gastos de 37,81 mil, e Romero Jucá (RR), que usou R$ 37,12 mil da verba com combustíveis.

Apesar de ter deixado o Senado no início de novembro, Expedito Júnior (PR-RO) foi o oitavo colocado no ranking das despesas com derivados de petróleo. Cassado por compra de votos, consumiu R$ 34,24 mil entre abril e setembro. Efraim Morais (DEM-PB), com R$ 32,53 mil, e Romeu Tuma (PTB-SP), com R$ 37,12 mil, fecham a lista dos dez senadores que mais encheram o tanque com dinheiro público.

Sem limites
Diferentemente da Câmara, onde cada deputado pode gastar até R$ 4,5 mil por mês com combustível, não há limite com esse tipo de despesa no Senado. Cada senador pode gastar o quanto quiser desde que apresente nota fiscal.

Se o mesmo teto fosse aplicado ao Senado, pelo menos 13 parlamentares teriam estourado a cota mensal. Além dos dez campeões de consumo, os senadores Mão Santa (PSC-PI) e Magno Malta (PR-ES) e a senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO) também gastaram mais que R$ 4,5 mil ao menos uma vez no ano passado.

O campeão em despesas em um só mês foi Jayme Campos. O senador matogrossense apresentou quatro notas fiscais em nome de uma única companhia para pedir o ressarcimento de R$ 20,07 mil com combustível apenas no mês de junho. Jayme também teve gasto superior a R$ 10 mil em outros quatro meses: abril, maio, julho e agosto.

fonte :Terra.com.br

domingo, 13 de dezembro de 2009

Política do "Pão e Circo"

Na Roma antiga, a escravidão na zona rural fez com que vários camponeses perdessem o emprego e migrassem. O crescimento urbano acabou gerando problemas sociais e o imperador, com medo que a população se revoltasse com a falta de emprego e exigisse melhores condições de vida, acabou criando a política “panem et circenses”, a política do pão e circo. Este método era muito simples: todos os dias havia lutas de gladiadores nos estádios (o mais famoso foi o Coliseu) e durante os eventos eram distribuídos alimentos (trigo, pão). O objetivo era alcançado, já que ao mesmo tempo em que a população se distraia e se alimentava também esquecia os problemas e não pensava em rebelar-se. Foram feitas tantas festas para manter a população sob controle, que o calendário romano chegou a ter 175 feriados por ano.

Esta situação ocorrida na Roma antiga é muito parecida com o Brasil atual. Aqui o crescimento urbano gerou, gera e continuará gerando problemas sociais. A quantidade de comunidades (também conhecidas como favelas) cresce desenfreadamente e a condição de vida da maioria da população é difícil.
A saída desta dependência é a educação, e as escolas existem em nosso país, mas há muito que melhorar. Os alunos deveriam sair do Ensino Médio com uma profissão ou com condições e oportunidades de cursar o nível superior gratuitamente, e assim garantir seu futuro e de seus descendentes. Proporcionar educação de qualidade é um dever do estado, é nosso direito, mas estamos acomodados e acostumados a ver estudantes de escolas públicas sem oportunidades de avançar em seus estudos, e consideramos o nível superior como algo para poucos e privilegiados (apenas 5% da população chega lá). Precisamos mudar nossos conceitos e ver que nunca é tarde para exigirmos nossos direitos.

Somente com educação e cultura os brasileiros podem deixar de precisar de doações e assim, se desligar desse vínculo com o “pão e circo”, pois estes são os meios para reduzir a pobreza. Precisamos de governos que não se aproveitem das carências de seu povo para obter crescimento pessoal, e sim que deseje crescer em conjunto.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Pessoal me desculpem mas eu vou defender aqui os fumantes afinal nunca vi tanta besteira que esse povinho escreve, depois querem falar de fumantes. Isso só demonstra a falta de caráter e o preconceito de vocês, depois querem ficar botando banca de certinhos. Gentinha como vocês tem mais é que engolir fumaça dos fumantes mesmo pra ver se para de falar tanta besteira. Eu fico estupefado como as pessoas em seu cotidiano são tão politicamente corretas, mas atrás de um computador são umas bestas preconceituosas e intolerantes. Na certa vocês também não gostam de negros, homosexuais e outras minorias, mas como criticá-los dá cadeia e com os fumantes não, aí vocês mostram quem realmente são. Até parece que nenhum de vocês fazem coisas que prejudicam os outros. Fazem e não tão nem aí, porque estão cagando para o direito os outros, mas cara-a-cara a conversa muda (isso sim é ser fraco). Se vocês pudessem colocariam todos os fumantes em campos de concentração e depois os matariam, mas como são uns covardes não o fazem, preferem esconder sua cara e os criticar. Depois ainda querem falar dos governates, mas se estivessem no lugar deles fariam a mesma coisa, porque são uns falsos que querem botar banca de certinhos, mas quando ninguém está vendo devem fumar um baseado. Isso só demonstra que a maioria sempre é burra, suas marionetes estúpidas. Vocês só não estão matando negros e homosexuais em praça pública porque a lei não permite, o dia que tiver uma lei para respeitar os fumantes aí o discurso muda, porque vocês só sabem distinguir entre legal e ilegal (lembrando que que faz as leis são os mesmos políticos corruptos que vocês tanto criticam), e não entre certo e errado. Pois eu fico feliz em saber que não faço parte dessa maioria alienada que não julgam com sua própria consciência, mas sim ficam repetindo discursos vinculados pela mídia sem tirar nem por. Agora se vocês acham que isso é uma questão tão importante, e que não há nada mais sério para se preocupar, então depois não reclama.

Obs:nãO SOU Fumante